Juliana Bonilha S. Fenato, Advogado

Juliana Bonilha S. Fenato

(18)Apucarana (PR)
141seguidores57seguindo
Entrar em contato

Sobre mim

Advogada
Advogada, consultora jurídica, correspondente jurídica, sócia-proprietária da Bonilha Polycarpo Advocacia e apaixonada pelo Direito. /// (43) 3033-1768 - www.bonilhapolycarpo.jur.adv.br ///

Verificações

Juliana Bonilha S. Fenato, Advogado
Juliana Bonilha S. Fenato
OAB 81,086/PR

Autor (Desde Jul 2016)

Comentarista (Desde Jul 2016)

Principais áreas de atuação

Direito do Trabalho, 16%
Direito de Família, 16%
Direito Previdenciário, 16%
Direito Civil, 16%
Outras, 36%

Correspondência Jurídica

Serviços que realizo como correspondente jurídico
Buscas e apreensões
Peças
Cargas
Recursos
Despachos
Andamentos

Primeira Impressão

(18)
(18)

18 avaliações ao primeiro contato

Direito Previdenciário

Direito do Consumidor

Direito do Trabalho

Direito de Família

Direito Civil

Recomendações

(219)
Shankar Cabus, UX Designer
Shankar Cabus
Comentário · há 2 meses
Sou suspeito para opinar, não por consumir ou não, mas por achar que o Estado não deva interferir na vida privada dos indivíduos e por ver incoerência nos argumentos de proibição, seja em discussão sobre maconha ou sobre aborto, casamento gay, tatuagem, traje ou qualquer outra exigência que obrigue os indivíduos a se tornarem coletivos. Sou a favor da liberação de tudo que só diz respeito à intimidade das pessoas. Até porque, na intimidade, todo mundo faz o que quer, como já é hoje, mas de forma "clandestina".

Tudo que é diferente da gente, merece morrer (ou nem ter existido). Esse pensamento guia a grande maioria dos debates sociais. São pessoas de um grupo A, que não querem ou gostam de fazer uma determinada coisa X, querendo proibir outras pessoas de um grupo B a fazerem essa coisa X. Sendo que, as pessoas do grupo B não afetariam em nada as pessoas do grupo A, caso fizessem essa coisa X. Então o que as pessoas A tem a ver com a intimidade as pessoas B?

Agora, focando na proibição da maconha, essa é uma herança puramente histórica e cultural. De acordo com nossa história, definimos os padrões de aceitação. Mas num mundo globalizado e multicultural, impor uma cultura é uma forma censura. Isso é interferência.

Então não vou entrar no mérito da diminuição do tráfico ou arrecadação de impostos ou tratamentos de saúde ou diminuição do consumo (como ocorreu em Portugal com a discriminalização). Vou falar apenas sobre o direito de fazer com meu corpo o que eu bem entender, desde que não faça mal ao próximo. Porque esse argumento de "estou pensando no seu bem" não funciona quando somos consumidores de algo que nos faz mal e também mata: picanha, coca-cola, chocolate, cigarro, cerveja, maionese. Isso é incoerência.

Se cada pessoa se preocupasse em fazer sua parte e menos nas escolhas dos outros, viveríamos em paz, cada um na sua. Então falta é tolerância com quem pensa de forma diferente da gente. Aliás... falta mais amor e menos hipocrisia mesmo.

Perfis que segue

(57)
Carregando

Seguidores

(141)
Carregando

Tópicos de interesse

(50)
Carregando
Novo no Jusbrasil?
Ative gratuitamente seu perfil e junte-se a pessoas que querem entender seus direitos e deveres

Outros advogados em Apucarana (PR)

Carregando

ANÚNCIO PATROCINADO

Juliana Bonilha S. Fenato

Rua Lapa, 145, 2º andar, sala 24 - Apucarana (PR) - 86800-310

(043) 9604-14...Ver telefone

(043) 3033-17...Ver telefone

Entrar em contato